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Homem que tentou matar sua ex-namorada com 40 facadas em Balneário Camboriú foi condenado

 Em 27 de Novembro de 2014, no Trbunal do Juri da Comarca de Balnéario Camboriú-SC, foi  julgado o Crime de tentativa de homicido, que figurava como réu Douglas Valtrick e como vitima Rafaela Elis schulz, processo autuado sob o número 005.13.005856-9, em razão dos fatos ocorridos no dia 05 de Maio de 2013, no apartamento 202, do número 380, da Rua 1400 na Cidade de Balneário Camboriú,SC.

 

O réu foi defindido na fase instrutoria pelo advogado Gasto da Rosa Filho, e perante o Tribunal do Jurí por três defensores captaniados pelo advogado Geremias Fesqui. A  acusação, pelo Promotor de Justiça Isaac Sabbá Guimarães e pelos Advogados de Acusação Antonio Carlos de Morais Gottardi e Rafael Henrique Laus,  os Trabalhos foram presididos pelo Juiz de Direito Roqui Seruti.

Restou comprovado, que o acusado Douglas Waltrick, ingressou no apartamento de propriedade da família da vitima, enquanto não havia ninguém no imóvel, usando chave que estava em seu poder, e permaneceu no interior do mesmo, de forma clandestina e escondido com as luzes apagadas na suíte dos pais da vitima, até que Rafaela chegou em casa, que sem supor da presença do acusado, dirigiu-se ao quarto, quando ao ascender a luz, foi surpreendida com um golpe de arma branca em seu abdômen, seguido de uma sentença de morte desferida por Douglas, “RAFAELA TU VÁS MORRER”.

A dinâmica dos fatos, comprovou a autoria e materialidade, demonstrando que por emboscada, motivo futil e meio extremamente cruel, o ora condenado durante mais de 90 minutos, desferiu 40 facadas na vitima,  atindo orgãos vitais, além do emprego de esganadura e asfixia..

Ao  acreditar que a vitima estava morta. O acusado, se alto lesionou, inclusive cortando seus pulsos. Perdendo muito sangue e, sem qualquer intenção de requisitar socorro, se dirigiu a cozinha no apartamento e acionou o interruptor do gás,  liberando gás que se espalhou por todo o apartamento e prédio.  

Felizmente, a vitima neste momento se fingiu de morta, e, o ora condenado, se dirigiu a cozinha, oportunidade que a vitima reuniu forças e consegui realizar  ligação telefonica ao COPOM pedindo socorro, e na sequencia se trancou no banheiro do apartamento, impedindo que o réu completasse sua missão de morte, permanecendo refugiada até seu socorro.

O Conselho de sentença, condenou o réu no incurso no disposto no artigo 121, paragrafo segundo, incisos II, III, IV, combinado com artigo 14, inciso II, todos do Código Penal.

 

O Togado, fixou a pena em 16 anos, que foi reduzida de 1/3 por conta da inocorrencia da consumação do homicidio, fichando pena de 10 anos e oito meses no regime fechado.

 
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